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Quando foi a sua virada de chave?

Artigo de Opinião - Por Laís Simões Cavalcante, Associada II do Instituto Líderes do Amanhã


Gostaria de começar este artigo contando uma breve história que mudou por completo o rumo da minha vida.


Em 2020, fui convidada a participar do processo seletivo do Instituto Líderes do Amanhã. Naquela época, com 23 anos, achava que sabia tudo, estava em ascensão na minha empresa, empresa essa que eu entrei como estagiária e, tinha plena convicção de que seria ali que seguiria carreira. Meu contato de forma superficial com o Instituto sempre foi observando o comportamento dos meus diretores, que demonstravam uma disciplina acentuada, pontualidade, apego a detalhes e uma forma de gestão a qual eu admirava. Foi então que aceitei aquele convite inicial para participar do processo seletivo.


O dia da entrevista me marcou de uma forma que jamais irei esquecer. Fui entrevistada por três pessoas que me fizeram perguntas e provocações positivas que eu simplesmente não soube responder. “Onde você se enxerga daqui a 5 anos? Como você pretende impactar o mundo em que deseja viver? Qual posição deseja ocupar dentro da sua empresa e como seu trabalho impacta a sociedade capixaba? Você se considera uma pessoa individualista?”. Lembro-me de sair do elevador com duas certezas: a primeira, eu não tinha passado e, a segunda, de que eu precisava mudar o rumo da minha vida. Bastou um minuto de descida no elevador para minha ficha cair de que eu estava vivendo à mercê da minha zona de conforto e não tinha visão de futuro.


No ano seguinte, decidi estabelecer metas pessoais e atribuí marcos de desempenho. Li todos os livros do ciclo de leitura do Instituto em 2021, fiz artigos, resenhas, estudei sobre temas que não eram do meu interesse: política, filosofia, economia, gestão. Além disso, comecei a externalizar todo o meu aprendizado para a minha equipe de trabalho, mudei e inovei as ferramentas de gestão e consegui aplicar os aprendizados tanto no âmbito pessoal, quanto no profissional.


E mais uma vez, no final do ano, participei do processo seletivo, completamente diferente do ano anterior, dessa vez, estava mais segura, confiante, tendo visão de futuro e principalmente ambição. Tinha plena convicção de que mesmo se eu não passasse, ninguém poderia tirar de mim o que eu havia aprendido. A forma que encontrei de lutar pelo meu futuro foi através do conhecimento. O resultado então veio, eu consegui ingressar no Instituto Líderes do Amanhã.


E já se passaram seis meses. Seis meses em que minhas segundas-feiras são reservadas para o meu próprio aprendizado. O Instituto não é um emprego, é um MBA da vida real. Exige dedicação e renúncias, afinal, crescer dói. No meu primeiro mês como associada, já tive o desafio de participar do estudo de livro: “Vencedoras por Opção”, de Jim Collins. Com Collins, aprendi que você pode até nascer com um tino para criatividade, mas não nasce com disciplina. Disciplina, aquela fanática, sabe, leva tempo, exige empenho e perseverança. Analisando minha trajetória e lendo esse livro, entendi tudo. Eu me encontrei, mas acima de tudo, entendi que o Instituto Líderes do Amanhã não será o responsável por mudar a minha vida, só quem pode fazer isso por mim, sou eu.


Sabe aquela tal responsabilidade individual? Assumir, independente do que aconteça, a responsabilidade em trilhar a própria história. Consigo nitidamente diferenciar quem eu era antes e depois do Líderes. Isso porque as mudanças que começam em mim, ecoam também no âmbito profissional. Quanto mais dedicação, aperfeiçoamento, leituras, engajamento, maior a possibilidade de aplicar na prática os conceitos e vivências adquiridas. Há uma frase que gosto muito, da filósofa objetivista Ayn Rand que diz que “através dos séculos existiram homens que deram os primeiros passos, armados com nada além que seu poder de visão”. O Instituto me deu tanto poder de visão, que eu consigo propagar isso para a minha empresa, para o meu dia a dia, trazendo mais robustez e engajamento para a minha equipe focar no que realmente importa, com métricas, indicadores, planejamento, trabalho duro e incansável, sem receitas prontas.


Assim gostaria de retornar ao título que motivou a escrita desse artigo. Quando foi a sua virada de chave? A minha está clara. Ter conhecido o Instituto Líderes do Amanhã mudou o rumo como eu estava escrevendo a minha história. Talvez você esteja se perguntando: “mas o que é que tem de tão extraordinário nesse Instituto Líderes do Amanhã capaz de impactar positivamente as pessoas?”. Essa é uma das perguntas que sempre me fazem. Entretanto se você me permitir, gostaria de te dar um conselho: antes de conhecer o Instituto, sugiro que você faça uma análise se de fato conhece a si mesmo. Tenha autoconhecimento sobre si, entenda o que de fato importa e faz sentido e, então, vá lutar pelo futuro que deseja viver.



Laís Cavalcante - Associada II

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