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Gestão de Crise: o setor supermercadista e automotivo frente à pandemia

Os associados Yuri Fernandes e Cássio Carreira compartilharam conosco sobre como estão lidando com a crise em suas respectivas empresas



Após 75 dias da confirmação do primeiro caso de COVID-19 no Brasil, o país chegou, na última sexta-feira, ao registro de 10 mil mortes em virtude da nova doença. Ao mesmo tempo, o Governo do Espírito Santo confirma a reabertura gradual do comércio nos municípios classificados como alto risco a partir de hoje, 11, e em paralelo, inicia uma campanha de testagem da população em 19 cidades do estado.


Desde que as primeiras medidas de combate ao Corona Vírus foram implementadas, o setor de varejo de alimentos não cessou suas operações. Para tanto, Yuri Fernandes, Gerente de Marketing da rede Extrabom Supermercados, afirmou que os valores aprendidos no Líderes o permitiram ter uma nova perspectiva sobre os eventos dessa crise, “compreendendo que cada indivíduo (e organização) deve ser responsável por seus atos e escolhas”.


Yuri comentou ainda sobre a necessidade de lideranças coerentes, “comprometidas com o indivíduo, para conduzirem um processo de recuperação consistente”. Nesse sentido, para continuar suas atividades, a empresa tomou uma série de ações para minimizar o contágio do vírus antes de seus concorrentes e de surgirem exigências dos órgãos públicos. Tais como a ampliação da capacidade de atendimento do e-commerce, orientação de prevenções para os colaboradores, distribuição de frascos de álcool em gel para atender aos colaboradores e suas famílias e a implantação de barreiras acrílicas nas áreas de atendimento.


Outro setor afetado pela pandemia foi o de serviços automotivos, área de negócio da Autoglass. “Em momentos difíceis, nossas atitudes são constantemente colocadas em cheque. Ter valores sólidos é fundamental para que possamos seguir tomando as decisões corretas”, afirmou Cássio Carreira, Gerente de Compras da empresa. Com mais de 70 lojas espalhadas por todo o país, foi realizada uma revisão das despesas e redução do nível de estoque, com o objetivo de fortalecer o caixa.


Cássio tem uma visão clara sobre a importância de considerar seus princípios na operacionalização da rotina corporativa, e acredita que a formação do Instituto contribuiu diretamente para o fortalecimento e convicção sobre seus valores, que hoje, são premissas para tomadas de decisão. A responsabilidade individual é o principal valor que o norteia neste momento, alegando que “a pandemia vai passar e precisamos ter atitudes agora para estarmos mais fortes quando as coisas voltarem ao normal”.

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