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Afinal, o que é melhor, descentralizar ou não o governo brasileiro?

Em júri simulado os associados debateram sobre o tamanho do Estado no Brasil: de um lado o grupo a favor da descentralização do governo, e de outro a centralização de poderes e recursos


Aconteceu nesta segunda-feira, 15, o júri simulado “mais Brasília x menos Brasília”. O debate trouxe à tona os prós e contras relacionados a essencialidade do Estado e colocou em xeque sua abrangência. Mediados pelo associado Vitor Maciel, os apresentadores se puseram em lados opostos, parte para defender a possibilidade de descentralização do governo, dando aos estados e municípios mais autonomia, e outra parte sendo a favor da centralização de poderes e recursos.

Maciel afirmou ao abrir o evento que o Brasil historicamente foi administrado de maneira centralizada, mesmo após a proclamação da república. Em contrapartida, apresentou que o atual Ministro da Economia diz estar descentralizando recursos para estados e municípios, de forma a fortalecer a Federação brasileira. Diante do proposto, as equipes, formadas pelos associados Caíque Orletti, Cássio Carreira, Caroline Caliman, Pedro Henrique Negreiros, Vinícius Cadete e Yuri Lopes, elaboraram suas defesas e argumentações.

O grupo a favor da centralização (mais Brasília) sustentou que descentralizar o poder político não é equivalente a tirar o poder do governo central e dar mais poder ao indivíduo, uma vez que esses mesmos recursos estarão migrando para instâncias políticas menores. Enquanto o grupo que defendeu a descentralização (menos Brasília) apresentou que o Estado como solução de todos os problemas da sociedade é uma utopia, e que essa mentalidade causa perda de autonomia, da liberdade, do dinamismo e da capacidade empreendedora.

Sobre o Júri Simulado

Consiste na realização de um debate sobre um tema atual, mediante a dinâmica de constituição de bancas de acusação e de defesa. Essa atividade tem como propósito central a discussão, capacidade de argumentação e a análise de temas cotidianos sob diferentes perspectivas.

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